↑ Voltar a Grande Angular

Ferrovia

Os 120 anos da Estação de caminhos de Ferro de Vale de Prazeres

Vale de Prazeres é também uma terra de ferroviários. Muitos foram os que dedicaram a sua vida profissional á CP. Actualmente em menor número, mas ainda assim uma representação significativa em diversas areas.

1883 – Caminho de Ferro da Beira Baixa  

É adjudicado à Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construção e exploração da Linha da Beira Baixa e Linha do Oeste.

 1891 – Inauguração da Linha da Beira Baixa  

Inauguração oficial da Linha da Beira Baixa, entre Abrantes e Covilhã, com a presença de D. Carlos e restante família real, acompanhados pelos administradores, o Director Geral, pessoal superior da Companhia Real dos Caminhos-de-ferro Portugueses e representantes da imprensa.

A Linha da Beira Baixa é uma ligação ferroviária entre as Estações de Estação do Entroncamento e Guarda, em Portugal; foi inaugurada no dia 11 de Maio de 1893, sendo, nessa altura, constituída apenas pelo troço entre Abrantes e a Guarda.

Planeamento, construção e inauguração

Já em 1845 se pensava em construir uma ligação ferroviária até Madrid, atravessando o Rio Tejo junto a Vila Nova da Barquinha, e passando por Talavera de la Reina e Casarubia; esta ideia apareceu numa lei publicada no dia 26 de Fevereiro de 1876 e numa proposta de 7 de Fevereiro de 1879, mas o primeiro plano concreto para a construção do troço em território nacional só surgiu com uma proposta de 9 de Janeiro de 1883, que, após várias discussões, foi validada por uma lei de 26 de Abril, tendo o concurso para a sua construção sido aberto em 2 de Agosto. No entanto, os concorrentes do concurso protestaram de uma das cláusulas de regulação do resgate, pelo que o texto foi modificado, e lançado um novo concurso; só houve, porém, um participante, a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, ao qual foi passado o contrato provisório, em 15 de Novembro, que foi aprovado por uma lei publicada em 24 de Maio do ano seguinte. Este contrato estabeleceu que a concessão só poderia passar a definitiva após a Companhia mudar os seus estatutos, de forma a alterar a composição dos seus administradores, cuja maioria deveria ser de nacionalidade portuguesa; a Companhia aceitou, com relutância, esta condição, tendo os novos estatutos sido publicados no dia 25 de Junho de 1885, e o contrato definitivo, para a construção e exploração da linha, com uma garantia de juro de 5,5%, foi assinado em 29 de Julho. As obras iniciaram-se nos finais do mesmo ano, tendo o primeiro troço, entre Abrantes e a Covilhã, sido inaugurado em 6 de Setembro de 1891; a linha concluiu-se com a chegada à Guarda, no dia 11 de Maio de 1893.

História recente e actualidade

Na Década de 1990, foram introduzidos os serviços Intercidades entre a capital portuguesa e Covilhã. No dia 31 de Julho de 2011 dá-se o início da circulação de composições eléctricas. Actualmente encontra-se em estudo o futuro modelo a aplicar a exploração da linha.

Bibliografia: Wikipédia, CP

2 comentários

  1. XiCo

    -O que era e o que é… enfim, á que inovar, pena é que quando alguém se lembra de “inovar” em portugal, comece pela destruição, o que é de admirar o edifício da estação ñ ter sofrido muito com as “inovações”, só o antigo relógio desapareceu, a antiga sala de espera, esta ñ desapareceu mas lá tá trancada ás sete chaves, vá-se lá saber porquê… quando bastava uma simples “inovação”, uma pintura e uns bancos novos ou os antigos que eram bastante bons, nada mais simples, mas ñ, é preferivel gastar-se uma pequena fortuna em fazer-se uma sala de espera na rua, sim, porque quando chegar o inverno com chuva a cair a potes coitados dos passageiros, podendo estar numa sala em condições, ñ, fica-se á chuva e ao frio… bem, pouco mais á a dizer, só o simples facto das letras que estavam no chão da gare e feitas em calçada portuguesa, terem sido tapadas, o que para mim é 1 grande crime, claro que era necessário elevar a gare mas bastava só arrancá-las e colocá-las novamente, mas mais uma vez, enfim… E quanto ao cais de mercadorias também tive pena porque quem viu aquele cais cheinho de mercadoria até ao teto e agora nem sequer existe, quando o edifício poderia ter sido aproveitado para inúmeras coisas. Agora o cúmulo dos cúmulos foi o bebedouro da água, até isso nos tiraram, “grandes malucos”, mas mais uma vez “ENFIM”… -Amigo gPj mais uma vez quero felicitar-te pelo teu trabalho e pelas fotos que compartes com quem te visita através deste site, 1 grd ABRAÇO AMIGO.

  2. Bruno gonçalves

    fotos bonitas da estação

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *